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Mercadante diz que saída do MEC é ‘especulação’

Filipe Matoso

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta segunda-feira (6) em Brasília que eventual saída dele do MEC é “especulação”. Questionado sobre possível ida para a Casa Civil, hoje comandada por Gleisi Hoffmann, Mercadante afirmou que este é um assunto “exclusivo” da presidente Dilma Rousseff.

“Isso é só com ela e tudo que tem sido dito sobre isso é pura especulação. Não há nenhuma definição da presidenta com relação a mudanças do ministério em função dos ministros que serão candidatos”, disse Mercadante.

O ministro afirmou ainda que a presidente Dilma irá “começar a fazer as consultas e vai definir inclusive o calendário de divulgação”.

“Isso é um tema exclusivo da presidenta Dilma”, completou.

Até a próxima!

Mercadante e Lobão se reúnem com líderes para discutir redistribuição dos royalties

Agência Brasil

Os ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e de Minas e Energia, Edison Lobão, vão se reunir nesta terça-feira (6) pela manhã com líderes da base aliada na Câmara para tratar do projeto que prevê a redistribuição dos royalties do petróleo.

O relator da proposta, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), também vai participar da reunião. A votação do projeto está marcada na sessão prevista para esta terça, na parte da tarde. No entanto, ainda não há consenso entre os parlamentares sobre o assunto.

Em 31 de outubro, o Palácio do Planalto se posicionou favoravel à destinação integral dos royalties para a educação e à manutenção dos contratos de exploração de petróleo já firmados. O documento com as sugestões do governo foi encaminhado ao relator.

Zarattini, no entanto, não concorda em manter inalteradas as regras dos poços já licitados. O petista, que conta com o apoio de 25 das 27 bancadas dos estados na Casa, manteve no relatório a versão aprovada pelo Senado e negociada na comissão especial da Câmara que analisou a proposta.

Nela está prevista, entre outros pontos, a destinação de 22% dos recursos da compensação financeira para a União, 22% para os estados produtores, 5% para municípios produtores, 2% para os afetados pelo embarque de óleo e gás e 49% para um fundo especial a ser dividido entre os estados e municípios não produtores por meio dos critérios de fundos constitucionais. Os recursos devem começar a entrar no caixa das unidades federativas a partir de 2020.

Até a próxima!

Aloizio Mercadante é cotado para o MEC

Nome do petista surge com a saída de Haddad

Filipe Matoso

Não é novidade que Fernando Haddad vai deixar o Ministério da Educação para disputar as eleições municipais de São Paulo em 2012. Ele vai se candidatar à prefeitura pelo PT e a decisão foi anunciada em novembro. No entanto, o nome que o substituirá na pasta ainda é incerto. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) chegou a ser cogitada, em troca de um apoio político à candidatura de Haddad ano que vem. No entanto, foi falado também o nome do atual secretário-executivo da pasta, José Henrique Paim Fernandes. Nesta segunda-feira (19/12), o jornal Folha de S. Paulo informou que a decisão da presidenta Dilma já foi tomada: Aloizio Mercadante, ministro de Ciência e Tecnologia, assume o MEC.

A substituição, diz a Folha, acontece em breve. À rádio Estadão ESPN, Haddad disse nesta manhã que deixa o ministério em janeiro, data estabelecida por Dilma. De acordo com o caderno de Política do jornal O Estado de S. Paulo, o atual chefe do MEC disse não ter sido informado de que Mercadante o substituirá na pasta.

Aloizio Mercadante/ foto: Lindomar Cruz/ABr

 

Ainda de acordo com o Estadão, Haddad afirmou que Lula irá “entrar firme na campanha para a sucessão da prefeitura já em março”. Vale lembrar que o ex-presidente foi diagnosticado com câncer de laringe e deve ficar um tempo fora dos palanques e comícios.

Como publiquei aqui no blog, Haddad terá dificuldades para se eleger em São Paulo. A tarefa é difícil, mas não impossível. Em relação ao novo ministro da Educação, deve ser um nome forte na política, de ficha limpa e com algum interesse na área. Afinal, terá a tarefa de elaborar políticas públicas para a melhoria do setor, que ainda precisa de muitos ajustes no país.

Até a próxima!