Arquivo da categoria: cultura

Ex-ministro Luiz Dulci lança livro sobre Governo Lula

Filipe Matoso

Estamos de volta!

O ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência Luiz Dulci lança nesta segunda-feira (11) o livro “Um salto para o futuro” em São Paulo. A obra, publicada pela editora da Fundação Perseu Abramo – ligada ao PT -, faz parte das atividades em comemoração aos dez anos do partido à frente do governo federal. Em nota, a legenda informou que o ex-presidente Lula vai ao lançamento.

Segundo a assessoria de Dulci, hoje dirigente nacional do PT, o livro é um balanço das políticas econômicas e sociais implantadas pelo ex-presidente Lula e como elas impactaram no desenvolvimento do Brasil.

Em nota, o ex-ministro classificou a obra como “um ensaio que aponta dados objetivos sobre o fim do neoliberalismo sob a liderança de Lula, tanto na parte econômica como na social”.

Luiz Dulci destaca ainda que com Lula à frente do governo federal “foi possível implementar um novo modelo de desenvolvimento nacional”, reconhecido, segundo o ex-ministro, “no Brasil e no mundo”.

O lançamento vai ocorrer no Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo às 19h e o livro será vendido a R$ 25.

Até a próxima!

Senador Rollemberg critica governo do Distrito Federal

Filipe Matoso

Rodrigo Rollemberg/ foto: Antonio Cruz - ABr

Rodrigo Rollemberg/ foto: Antonio Cruz – ABr

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB) criticou nesta terça-feira (18) a decisão do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), de destinar recursos do Fundo de Apoio à Cultura a projetos sem ligação com o incentivo ao setor artístico. Segundo o parlamentar, os recursos poderiam sem empregados em atividades financiadas com recursos orçamentários, como festas de Natal, Carnaval e aniversário de Brasília.

Segundo informou o Senado, artistas e produtores culturais que participaram de audiência pública sobre o tema disseram que seriam retirados R$ 13 milhões dos R$ 44 milhões previstos para 2012.

Vale lembrar que o PT e o PSB tiveram muitas divergências neste ano em razão das eleições municipais. Os embates entre os partidos surgiram, principalmente, em Belo Horizonte e Recife.

“Eu não posso concordar com a retirada de recursos do Fundo de Apoio à Cultura para financiar essas atividades porque isso significaria um enorme retrocesso em relação aos recursos para o financiamento da cultura no Distrito Federal”, afirmou.

“Ora, o mesmo governo que está desperdiçando a oportunidade de buscar recursos públicos federais, destinados por [emendas de] inúmeros parlamentares da bancada do Distrito Federal, quer retirar recursos do Fundo de Apoio à Cultura”, completou Rollemberg.

Nova chefia

Na semana passada, Marta Suplicy (PT) assumiu o Ministério da Cultura, no lugar de Ana de Hollanda. De acordo com a assessoria da pasta, o orçamento da Cultura em 2013 será de aproximadamente R$ 5 bilhões. Conforme reportagem do “G1”, ao ser questionada sobre a mudança, Ana disse a jornalistas no Palácio do Planalto que perguntassem à presidente Dilma Rousseff os motivos da troca.

“Ninguém tinha me avisado que eu ia sair, mas eu sempre soube que o convite meu foi um convite muito pessoal da presidenta e eu tenho uma gratidão, uma fidelidade porque ela que está fazendo acontecer”, afirmou.

Até a próxima!

Câmara analisa projeto que reduz tempo de propaganda em TV por assinatura

Projeto de parlamentar estipula limite para veiculação de anúncios

Filipe Matoso

A Câmara dos Deputados analisa um projeto apresentado por Claudio Cajado (DEM-BA) que determina um limite para a veiculação de propagandas em canais da TV por assinatura, que são pagos. De acordo com a proposta, o tempo máximo destinado à publicidade comercial não poderá ultrapassar 10% do limite estabelecido para a TV aberta.

Um levantamento feito pelo Ministério das Comunicações aponta que cerca de 44 milhões de brasileiros assistem à TV por assinatura. A pasta informou ainda que os maiores índices de crescimento em fevereiro deste ano foram registrados nas regiões Norte (48,4%), Nordeste (46,4%) e Centro-Oeste (35%).

Ou seja, os anunciantes gostam de veicular propagandas nos canais pagos, pois conseguem ser assistidos por cerca de 25% da população brasileira. Ao mesmo tempo, é necessário que se regule o setor, pois é necessário haver regras, como as que definem a classificação indicativa.

Até a próxima!

A mulher e o direito do voto

Filipe Matoso

Neste Dia Internacional da Mulher, não poderia deixar de falar sobre elas. Como o blog trata de Política, vou publicar um artigo escrito pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Ela fala sobre o papel da mulher na Política, de um modo geral. “Da conquista do voto à Presidência” foi publicado nesta quinta-feira (8) no site “PT no Senado”. Espero que gostem!

E, claro, um feliz Dia da Mulher a todas as mulheres que nos fazem muito mais felizes!

Até a próxima!

Da conquista do voto à Presidência

Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil

Hoje comemora-se o Dia Internacional da Mulher. A data é sempre uma nova oportunidade para análises e reflexões. Muita coisa mudou desde o surgimento dos movimentos feministas, passando pela conquista do voto no Brasil – em 1932, com a inclusão do direito no Código Eleitoral Provisório – e o direito de disputar cargos eletivos, à chegada de uma mulher ao mais alto posto da nossa nação – a Presidência da República.

Avançamos bastante em nossas conquistas, num período considerado curto para a história. Foi em 3 de maio de 1933, na eleição para a Assembleia Nacional Constituinte, que a mulher brasileira votou e foi votada pela primeira vez, em âmbito nacional, com a eleição da médica paulista Carlota Pereira de Queiróz, a primeira deputada brasileira – reeleita no ano seguinte.

Com a promulgação da Constituição de 1934, quando nosso direito ao voto passou a ser constitucional, tomou posse também a bióloga e advogada Bertha Lutz.

No Senado Federal, Eunice Michiles, suplente do então senador João Bosco de Lima, tomou posse quando da morte do mesmo, em 1979. Mas foi somente em 3 de outubro de 1990 que o Brasil elegeu, por voto direto, as primeiras mulheres para a Câmara Alta: Júnia Marise (MG) e Marluce Pinto (RR). 

Passadas duas décadas, o Brasil-que permitiu o voto feminino antes de outros países europeus como França (1945) e Suíça (1971)- galgou à sua Presidência a primeira mulher: Dilma Rousseff. Uma prova do reconhecimento popular aos nossos esforços.

Antes de 1934, a política não era para nós, nem sequer falava com as mulheres. Não tinha nossa linguagem. Não nos considerava. O direito ao voto abriu portas para que muitas de nós entrássemos para a política. Garantiu o direito de nossa manifestação pública sobre direitos e deveres.

Deu voz e espaço às nossas opiniões. Apesar de participação ainda modesta e aquém do ideal – somos maioria da população e do eleitorado -, já somos dez ministras de Estado, ocupamos dez das 81 cadeiras do Senado Federal e 45 das 513 vagas na Câmara dos Deputados.

Fazemos política com dedicação, paixão e profissionalismo, sem perder a capacidade de olhar a sociedade e seus problemas com uma sensibilidade que só as mulheres têm. Foi graças à representação feminina na política que temas voltados às crianças, aos adolescentes e idosos; igualdade de gênero; saúde da mulher e inserção social de pessoas com deficiência, ganharam grande espaço na pauta de discussões do Executivo e do Legislativo.

Nesse contexto, a presidenta Dilma tem honrado as mulheres brasileiras, com o compromisso de seu discurso de posse. Grande parte das políticas de governo tem direção para a população feminina: Minha Casa, Minha Vida; creches; Previdência para donas de casa; Plano de Combate ao Crack; programa para as pessoas com deficiência; Rede Cegonha; combate ao câncer de colo de útero e mamas; enfrentamento da violência contra as mulheres. A participação da mulher na política é condição para a democracia plena.

Essa conquista, que começou com o direito ao voto, mostra-nos que estamos no caminho certo: o de aprofundar as políticas de igualdade de gênero em nosso país.

Mesmo com participação ainda modesta na vida pública, tenho convicção de que hoje milhões de mulheres têm outro olhar: podemos dirigir nações e fazer história.

Ah, que bom você chegou! Bem-vindo a Salvador! Coração do Brasil…

Filipe Matoso

Hoje o assunto não é Política.

É… O Carnaval começou. Diferente de Rachel Sheherazade, eu gosto de Carnaval. O clima na cidade, a alegria das pessoas e o sentimento de tranquilidade me fazem bem. Seja o Carnaval em Salvador, no Rio, em Recife, ou em outras cidades, o que importa é comemorar.

Pela primeira vez em oito anos não vou para a Bahia. Infelizmente. Mas como as festas começam hoje, não poderia deixar de falar da Terra de Todos os Santos. Abaixo aparecem alguns vídeos das principais bandas que agitam a capital baiana e que fazem a gente esperar durante o ano inteiro para ouvir “Ah, que bom você chegou! Bem-vindo a Salvador! Coração do Brasil…”

Assista a vários vídeos da bandas que agitam o Carnaval de Salvador Leia o resto deste post

Brasília fica enfeitada para o Natal

Filipe Matoso

Os principais pontos turísticos de Brasília estão enfeitados para o período de Natal e não poderia deixar de registrar aqui no blog as belas imagens que as pessoas podem conferir. As fotos estão em uma galeria exposta no site do jornal Correio Braziliense e foram tiradas por Antônio Cunha. Espero que gostem!

Ministérios na via N1 (Asa Norte)

Ponte JK

 

Museu da República

 

Esplanada dos Ministérios

 

Congresso Nacional

Até a próxima!

 

Ivete Sangalo canta bem, anima o povo e agora já pode falar “uai”

Cantora baiana será homenageada em Belo Horizonte

Filipe Matoso

Hoje tem festa, oxente, uai. Vem com a gente que um mar de gente vai. Axé Brasil, Axé Minas Gerais. E não é que a mistura de Minas com Bahia dá certo cada vez mais?

A cantora baiana Ivete Sangalo vai a Belo Horizonte para receber nesta quinta-feira (20/10) o título de cidadã honorária de Minas Gerais. O evento acontece na Assembleia Legislativa de MG e o governador, Antônio Anastasia (PSDB), a entrega a honra. Após a cerimônia, Ivete será homenageada no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do tucano. Ela se apresenta no sábado (22/10) na capital mineira. Para falar a verdade, ela bem poderia vir a Brasília e fazer um show por aqui.

Bem, como o blog é de Política, não há mal em dizer que sou fã de Ivete. Agora mais ainda porque ela ganhou um toque de “mineirisse”.

A Rainha do carnaval, Ivete Sangalo/ foto: site Imagens grátis

O ataque ao islamismo

O mundo ocidental criou um sinônimo para o Islã: Terrorismo

Por Filipe Matoso

Graças à intolerância, falta de informação e a alguns veículos de comunicação, a sociedade ocidental criou uma relação entre islamismo e terrorismo. Por conta das inúmeras notícias que vemos diariamente, ligamos uma coisa à outra. Nem nos espantamos mais com ataques suicidas de homens-bomba no Estado de Israel, certo?

Afeganistão, Irã, Paquistão, Líbia, etc. Tente ver uma reportagem sobre esses países e não os associe a terrorismo, homens-bomba e ataques suicidas. Não se preocupe, pois a culpa não é sua. A culpa é da forma como essas notícias são repassadas. Criou-se no mundo ocidental um preconceito inaceitável contra a maior religião do mundo.

templo islâmico

Seja franco: você se espanta quando vê no Jornal Nacional (TV Globo) o William Bonner dizer que um ataque suicida na Palestina matou 55 pessoas? Deixa que essa eu respondo por você: não. O pior de tudo isso, é que a associação criada por nós nada mais é que puro preconceito.

Você já viu alguma matéria sobre um pai matar a filha por ela engravidar e não saber quem era o pai? Em seguida, você pensou: “claro, é porque ele é católico!”? Nunca. Então, por que vemos na TV um ataque suicida e o ligamos ao islamismo? Por falta de informação.

Geralmente, o preconceito é ligado à intolerância e à falta de informação. Nesse caso, nada mais é que falta de informação. Apenas novelas como O Clone, exibida pela TV Globo, mostram o lado não suicida de árabes. Para nós, eles são radicais, extremistas e se matam para cumprir o que diz o Al Corão (livro sagrado para os islâmicos).

Bem, depois de tanto texto sem você entender porque o Blog do Filipe está tratando esse assunto, vamos explicar. A história de Realengo, em que um sujeito assassinou 12 crianças no Rio de Janeiro, foi uma prova de que não sabemos nada sobre o Islã. Me cansei de ver reportagens dizerem que “Wellington Menezes matou as crianças por ser radical e islâmico”. Ora, paciência tem limite. É inaceitável o comportamento de alguns veículos que se deixam levar pelo preconceito na hora de fazer uma matéria. Leia a matéria na íntegra Leia o resto deste post

Vestuário faz diferença em uma entrevista de estágio

Jovens à procura de estágio podem perder a vaga por conta da roupa utilizada

Por Filipe Matoso

A roupa usada na hora da entrevista pode dizer muito sobre a personalidade do candidato e interferir na decisão do empregador. Quem conta isso é o personal stylist (consultor de moda) Saulo Almeida. Para ele, “obsoletas, ou não, existem regras há mais de 200 anos que mostram os caminhos para um candidato se vestir na hora da entrevista”. Entretanto, segundo o consultor, o jovem não pode chamar atenção pela roupa, mas, sim, pelas aptidões.

De acordo com o livro Etiqueta (ed. Suma Econômica), o terno e a gravata para homens são indispensáveis apenas para entrevistas de emprego. Segundo com a publicação, o acessório representa respeito ao local de trabalho. O personal stylist concorda com o livro, mas diz que não pode ser fator preponderante na escolha de um candidato. Para Almeida, quanto mais discreto for o visual, melhor será para o candidato. Para as mulheres, nada de roupa decotada e saias acima do joelho.  O consultor diz ainda que o terno para homens é o melhor e uma roupa social para mulheres também, mas ressalta que a roupa não pode ofuscar as qualidades do jovem.

João Paulo nunca teve problemas por possuir uma tatuagem enorme e piercings

A prova de que a aparência pode não ser fator preponderante é o estagiário João Paulo Cavalcante que está no portal Diário do Congresso. O estudante de Jornalismo tem um piercing em cada orelha, dois na sobrancelha direita e uma tatuagem em todo o braço esquerdo. Para Cavalcante, o vestuário não é o fator mais importante. “O conteúdo do candidato deve sempre prevalecer. É claro que não vou de bermuda e camiseta a uma entrevista, mas acho que focar apenas nas roupas não funciona”.

A psicóloga Aline Ferreira é analista de Recursos Humanos no Grupo TBA e entrevista os candidatos às vagas na empresa. Aline diz que o vestuário interfere, pois diz muito sobre o candidato. Entretanto, afirma que o examinador precisa avaliar também a condição financeira do jovem, o cargo a que ele concorre, o perfil da vaga e a cultura do candidato. “O ideal, acima de tudo, é ter bom senso e conhecer a organização em que o candidato irá trabalhar. Nem sempre o mais sério e mais bem arrumado é o melhor. É necessário conhecer o local de trabalho”, completa a psicóloga.

Meninas: nada de decotes e roupas ousadas na hora da entrevista

O publicitário José Carlos Leitão é o responsável pelas entrevistas de estágio na empresa Mult Br. Para ele, a roupa interfere bastante. Leitão diz que o vestuário do candidato serve como um cartão de visita. Entretanto, o publicitário garante que “após iniciada a conversa, as roupas passam a não importar e o conteúdo do candidato é o que será decisivo”.

Com isso, quem está à procura de estágio de saber sobre a empresa, a vaga a qual concorre e qual é o perfil que o empregador busca. Não exagerar nas roupas chamativas, perfumes e deixar que o conteúdo supere a aparência. Essas dicas são da psicóloga Aline Ferreira e do consultor de Moda Saulo Almeida.

O dia em que o carnaval se tornou balela

Por Filipe Matoso

Vídeo de Rachel Sheherazade repercute na internet e algumas pessoas confudem radicalismo com heroísmo

Estava em Salvador curtindo o carnaval, como o faço há sete anos. Em um dos poucos dias em que tive acesso à internet, recebi do nosso leitor Bruno Franchini o vídeo da Rachel Sheherazade expondo uma opinião sobre o carnaval. Fiquei curioso e fui conferir.

Assista ao vídeo abaixo e confira as “verdades” que Rachel tem a dizer sobre a folia de carnaval.

No vídeo, a festa típica de fevereiro é criticada de forma intensa. Segundo Rachel, “carnaval não é festa popular. Balela!” Ainda questiona se quem não tem dinheiro para comprar abadás e entradas para camarotes VIP não pode ser feliz. Ora, quanto radicalismo.

Após ver o vídeo e refletir sobre a ideia de que o carnaval nem deveria existir, pensei: vamos ver ao longo do ano quais festas e feriados temos e que podemos acabar com eles também. Topam? Na verdade, a intenção deste texto é mostrar que não adianta sermos tão radicais com tudo o que está “errado”.

Leia a matéria na íntegra Leia o resto deste post