Arquivo mensal: fevereiro 2012

O PR e o jogo político feito com o Governo Dilma

Partido cobra ministério à chefe do Executivo

Filipe Matoso

O jornal “Folha de S. Paulo” publicou durante a madrugada desta quarta-feira (29) que senadores do Partido da República (PR) se reuniram para dar um “ultimato” ao Governo Federal. De acordo com a reportagem, a legenda cobra uma reacomodação na Esplanada dos Ministérios, sob a pena de se desgarrar do PT nas eleições municipais, que acontecem em outubro deste ano, e até mesmo apoiar a candidatura do tucano José Serra em São Paulo.

Ou seja, como o partido deixou de comandar o Ministério dos Transportes após a saída de Alfredo Nascimento, que caiu sob denúncias de irregularidades na pasta, deseja, a qualquer preço, uma pasta na Esplanada. Isso acontece porque Paulo Sérgio Passos, atual ministro, foi um nome técnico escolhido pela presidenta Dilma, o que o partido não aprovou, pois desejava indicar uma figura política para o cargo.

Segundo a “Folha”, o presidente nacional do PR, senador Alfredo Nascimento, explica: “Se não somos governo federal, temos que fortalecer o partido na base, nos municípios. Aí, a careca do Serra é linda”.

Nesta quarta-feira, o deputado federal Izalci Lucas disse em entrevista à rádio Nativa FM que Valdemar Costa Neto é “o dono do PR”. Além disso, Lucas afirmou que vai deixar a sigla por fazer oposição ao governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, que é do PT. Ele afirmou que o PR apoia Dilma, pois “não tem estrutura suficiente para fazer oposição”.

Bem, para completar, o PR ainda estuda lançar o deputado federal Francisco Everardo – Tiririca – como candidato à Prefeitura de São Paulo. E não adianta ironizar. Tiririca é um dos poucos deputados que têm alto índice de frequência na Casa, o que devemos ressaltar. Sinceramente, o parlamentar, apesar de apedrejado por muitos, não desempenha um papel ruim. Não há acusações contra ele. Simplesmente ele não possui o perfil esperado para as eleições municipais.

À “Folha”, Tririca disse que a possibilidade de ser candidato é um reconhecimento do trabalho na Câmara. “De 513 [deputados], eu sou um dos poucos que nunca faltou. Isso me surpreendeu, mas quem bota lá [quem elege o prefeito] é o povo”, disse. Segundo Tiririca, a decisão depende apenas do partido.

Quer dizer, o PR continua na base aliada se ganhar um ministério e pode sair se não chefiar alguma pasta pretendida. O jogo político é assim. Há quem defenda e há aqueles que são contra. Bem, isso é natural. É necessário que Dilma, presidenta da república, avalie até que ponto entregar um ministério ao PR será uma ação de interesse nacional – com reais chances de se melhorar determinada área – e não partidária.

Até a próxima!

Anúncios

Governo do Distrito Federal regulamenta Orçamento Participativo

Com ação, a população poderá participar da destinação de investimentos públicos

Filipe Matoso

O Governo do Distrito Federal (GDF) regulamentou nesta terça-feira (28) o Orçamento Participativo para os anos de 2012 e 2013. O decreto foi assinado por Agnelo Queiroz no Museu da República, localizado na Esplanada dos Ministérios.

A ideia do orçamento participativo, implantado também em Belo Horizonte (MG) pelo então prefeito Patrus Ananias em 1993, é fazer com que a população participe de forma ativa da definição das prioridades para investimentos do governo. A primeira cidade a adotar a política foi Porto Alegre (RS), em 1989.

De acordo com o GDF, R$ 1,2 bilhão do Orçamento do DF referente ao ano de 2012 se destina às demandas do orçamento participativo, que é coordenado pela Secretaria de Governo, pela Coordenadoria das Cidades e pela Secretaria de Planejamento e Orçamento.

Em nota enviada pelo governo ao blog nesta terça-feira, o GDF informou que no ano passado a população apresentou cerca de 8 mil propostas. O material, segundo o governo, deu origem ao Plano Anual de Investimentos e Serviços do Orçamento Participativo do DF. Entre os temas prioritários do documento estavam Urbanização, Educação, Saúde e Cultura.

Na nota, o governador Agnelo Queiroz afirma que “as propostas populares que foram aprovadas serão executadas neste ano com prioridade. A meta é ampliar cada vez mais a participação do povo”.

Se o orçamento participativo funcionou em outras regiões do país, deve ser aplicado aqui também. Ampliar a participação popular nas decisões do governo é uma medida que cria um vínculo entre governo e cidadãos, além de, se for executado da maneira correta, proporcionar melhorias perceptíveis em comunidades com problemas, sejam estruturais, Saúde, Educação, Transporte ou Segurança.

Até a próxima!

Eleições em Belo Horizonte mantêm imbróglio entre PSB, PT e PSDB

Tucanos e petistas disputam quem continuará com Márcio Lacerda nas próximas eleições

Filipe Matoso

As eleições municipais acontecem em outubro deste ano e os partidos já começam a preparar os candidatos e a articular as alianças com outras legendas. Em algumas cidades, como São Paulo e Belo Horizonte, muitas incertezas circulam entre as principais siglas. Na capital paulista, o PSDB vai definir por meio de eleições prévias o candidato à Prefeitura. Já em Minas, a disputa é para ver quem continua a aliança com o PSB, partido do atual chefe do Executivo, Márcio Lacerda.

Em nota enviada na última sexta-feira (24), o PSDB de Belo Horizonte afirmou que defende uma coligação formal entre o partido e o PSB. De acordo com a legenda, além da união, os tucanos pretendem ter ainda maior participação na coordenação de campanha e na elaboração do Plano de Governo. “O PSDB também defende, em caso de reeleição, participação no segundo mandato de Lacerda proporcional ao peso político do partido”, informou a nota.

“O PSDB vai ser protagonista, não vai ter um papel secundário, marginal. O PSDB é o maior partido de Minas Gerais. Temos o maior líder e o maior eleitor que é o Aécio. Temos o governador, a maior bancada na Assembleia Legislativa e uma bancada combativa na Câmara Federal”, disse, segundo a nota, o presidente do PSDB mineiro, Marcus Pestana.

PSDB e PT disputam quem fica com Márcio Lacerda

No entanto, a disputa pela coligação com o PSB, vale lembrar, ainda inclui o PT. De acordo com uma reportagem publicada na “Folha de S. Paulo” neste domingo (26), a corrente Articulação (cerca de 25% dos delegados do PT-BH) aprovou a manutenção da aliança eleitoral com o prefeito Márcio Lacerda, mas sem a presença dos tucanos. Integra essa corrente, segundo a “Folha”, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do Governo Lula Patrus Ananias, que votou com a maioria dos integrantes.

Ainda de acordo com a reportagem, a direção nacional do PT defende a aliança com o PSB em Belo Horizonte, “que já avisou ter todo o interesse mesmo com a presença dos tucanos, liderados pelo senador Aécio Neves”.

Por meio do microblog Twitter, perguntei aos petistas Rogério Corrêa, André Quintão e Nilmário Miranda o que eles achavam sobre a possível aliança formal entre PSDB e PSB. Em mensagem enviada na sexta-feira, Corrêa afirmou que defende a “candidatura do PT já. Sem tucanos na PBH [Prefeitura de Belo Horizonte], MG e Brasil”.

De acordo com uma reportagem publicada pelo “IG” no sábado (25), o também petista  Patrus Ananias afirmou que não irá subir em palanque onde estará o senador Aécio Neves (PSDB). Patrus é um dos principais nomes do partido em Minas Gerais. O senador é cotado para disputar a Presidência da República em 2014. Em 1992, Patrus derrotou Aécio na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte.

“Nunca vi o Aécio visitando a periferia, conversando com pobres. Não estarei ao lado dele. Estarei ao lado do ex-prefeito Fernando Pimentel e do prefeito Márcio Lacerda. Temos diferenças profundas”, destacou o ex-ministro em entrevista ao site.

Como publiquei aqui no blog, não há nada de errado em uma aliança formada por PSDB, PT e PSB. O problema é que não faz sentido, por causa do histórico político destas legendas, ser criada uma coligação entre petistas e tucanos. O eleitor se perde, pois quem vota no PT, geralmente, não possui o mesmo pensamento de quem vota no PSDB e vice-versa. Tais siglas possuem ideologias, discursos e políticas antagônicas.

É difícil entender os motivos de tal união feita em 2008, encabeçada pelo petista Fernando Pimentel e pelo tucano Aécio Neves. Mais complicado ainda é pensar por qual razão política-eleitoral PT e PSDB se juntariam novamente em 2012.

Até a próxima!

José Serra é chamado de “palhaço” em vídeo publicado por site tucano

Diretório do partido afirmou que não compactua com ofensas

Filipe Matoso

O PSDB paulistano tirou do ar durante a noite da última quarta-feira (22) um vídeo polêmico publicado no site “Sua Metrópole”. Nas imagens, o ex-governador de São Paulo José Serra é chamado de “palhaço”. De acordo com a descrição do vídeo, a autora das palavras seria Catarina Rossi, ligada ao diretório de Indianápolis (zona sul).

O site “Sua Metrópole” publicou uma nota na qual afirmou que “removeu vídeo de usuário por infringir as regras de conduta da plataforma. Nele, uma militante do PSDB desrespeita o ex-governador José Serra, infringindo as regras do debate político civilizado e propositivo. Os comentários de Sua Metrópole são pós-moderados e podem ser removidos se desrespeitarem as regras de conduta”.

A nota é assinada por Fábio Lepique que, segundo a “Folha de S. Paulo”, é tesoureiro do diretório municipal e um dos criadores do site.

Segundo apurou a “Folha”, a manifestação aconteceu na sede estadual do PSDB de São Paulo. Simpatizantes dos quatro pré-candidatos do partido à Prefeitura queriam impedir que as prévias na legenda fossem anuladas, o que ainda não foi decidido, caso Serra venha a entrar na disputa municipal.

No vídeo, a mulher diz: “está mais do que claro que maturidade nós temos. Quem não tem maturidade é José Serra. Ele está sendo palhaço, ele está brincando com a gente”.

Até a próxima!

Líder do PT na Câmara escreve artigo sobre decisões do partido e oposição

Parlamentar afirma que partidos de oposição devem “parar de fingir que privatização é o mesmo que concessão” 

Filipe Matoso

O líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto, escreveu um artigo e o publicou nesta quarta-feira (22) no site oficial do partido. Nele, o parlamentar afirma que DEM, PSDB e PPS, partidos de oposição, estão sem bandeira e sem credibilidade perante os brasileiros.

Confira abaixo trechos do artigo publicado por Jilmar Tatto.

O PT, a oposição e os desafios do Brasil

Ela não percebe as mudanças no país e parece perseguir uma utopia reversa, na busca de um passado neoliberal praticamente sepultado pela história. O Brasil está no contrafluxo da crise na Europa e nos Estados Unidos, mas a oposição tenta distorcer a realidade, com fins políticos e eleitorais.

A oposição tenta eclipsar os avanços no país e conturbar o cenário político. Insiste, por exemplo, na aprovação da Proposta de Emenda Constitucional nº 300, que asseguraria aos policiais um piso salarial, com impacto no erário de ao menos R$ 40 bilhões anuais.

O caso da PEC 300 evidencia que a oposição se desidrata e tenta ocupar espaço com demagogias. Trata-se de uma tática que, paradoxalmente, poderá oxigenar a democracia brasileira. Ela suscita a possibilidade de surgimento de uma oposição democrática que não fique o tempo inteiro apostando no golpe, nas denúncias vazias e nas manipulações de debates.

Que a oposição pare, por exemplo, de fingir que concessão é o mesmo que privatização. O governo Lula usou o sistema de concessão para as estradas e não houve reação histérica de nenhum setor, pois não se passou patrimônio público para a iniciativa privada, como na época de FHC.

Para avançarmos mais, há vários projetos de interesse nacional. Entre eles, está a reforma tributária. Vamos lutar pela proposta apresentada pela bancada do PT, principalmente no que se refere à taxação das grandes fortunas e à redução da desigualdade social. Igualmente essencial é a reforma política, ampliando a democracia e eliminando o flagelo do financiamento privado de campanhas.

Esse é o caminho para seguirmos com democracia e justiça social. Temos o apoio da maioria dos brasileiros, a despeito daqueles que torcem contra o modelo bem-sucedido em implementação desde 2003.

Até a próxima!

Tucano afirma que podemos esperar uma oposição com mais propostas em 2012

Artigo de parlamentar tucano mostra o que a sociedade espera dos partidos de oposição

Filipe Matoso

O deputado federal Luiz Fernando Machado (PSDB-SP) escreveu um artigo publicado no site oficial do PSDB no qual afirma que a oposição fará em 2012 um papel propositivo. Podemos entender que os tucanos deixarão de lado os discursos piegas para, juntos com o governo, começar a pensar em políticas públicas que melhorem as condições básicas da população, como Saúde, Segurança, Transporte e Infraestrutura.

Esperamos exatamente isso dos partidos de oposição. Ideias, propostas e discussão. Não basta criticar o governo, é preciso ir além.

Já publiquei aqui no blog e reafirmo. Quando a oposição é inerte, as propostas elaboradas por quem está no poder se tornam cada vez mais fracas. Por outro lado, se os partidos contrários ao governo se articulam e “chamam” o adversário para um debate, Dilma, ministros e parlamentares da base aliada se movimentam para criar os melhores programas voltados para a sociedade.

Confira abaixo trechos do artigo escrito pelo deputado Luiz Machado.

“Oposição propositiva”

A proposta de reestruturação da administração federal apresentada à presidente da República Dilma Roussef pelo PSDB significa mais que um grandioso planejamento estratégico de reengenharia na gestão do serviço público para o país.

Na prática, esse passo fundamental rumo à consolidação dos princípios democráticos significa dizer de uma forma bem transparente a cada cidadão que o PSDB está efetivamente preparado para atuar, por meio de uma oposição propositiva, corroborando com os anseios das camadas menos favorecidas.

Efetivamente, 2012 começa sob uma nova perspectiva para os tucanos que ensaiam uma revoada ambiciosa; porém, baseada na solidez, com propostas coerentes.

O diferencial é que o PSDB, ao assumir essa postura pró-ativa de criticar e mostrar alternativas viáveis ao atual governo, contestando o que precisa ser contestado, ao mesmo tempo em que torna pública uma série de soluções compatíveis ao bom andamento da administração, se assume como partido de oposição.

O país está se tornando próspero. Tornou-se, em 2011, a sexta economia mundial, mas ainda prevalecem desigualdades, em especial, na área social. O maior desafio, sem dúvida, é fazer com que as políticas públicas sejam realmente voltadas às camadas mais carentes. Não basta que o Brasil se desenvolva. É preciso que os cidadãos sejam legitimamente beneficiados com oferta de emprego, renda e melhoria da qualidade de vida.

Até a próxima!

Hit de Michel Teló é utilizado por manifestantes em Portugal

Filipe Matoso

Um leitor do blog enviou por e-mail um vídeo um tanto quanto inesperado, vamos dizer assim. O fato de o cantor Michel Teló estar nas paradas de sucesso mundiais com a música “Ai, se eu te pego” não é novidade para ninguém. Mas acompanhem. Trabalhadores portugueses refizeram a letra para organizar uma manifestação em Lisboa, capital lusitana, contra o desemprego no país e os baixos salários. A melodia “Ai, não nos calam” é interessante. Vejam abaixo!

Até a próxima!

Menos o Geraldo, que está no México

Filipe Matoso

Qualquer semelhança com o vídeo “Menos Luiza, que está no Canadá” é mera coincidência? As imagens são da campanha eleitoral de Geraldo Alckmin (PSDB) de 2008 quando o governador de São Paulo era o então candidato tucano à Prefeitura da capital paulista. Confira abaixo!

Até a próxima!

 

Ficha Limpa – a vitória é da população

Com decisão do STF, políticos com ficha suja não poderão se eleger

Filipe Matoso

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta semana que a Lei da Ficha Limpa já começa a valer a partir das eleições municipais que acontecem em outubro deste ano. Com a decisão, aqueles políticos que possuem problemas com a Justiça ficarão inelegíveis e quem ganha é a população, sem dúvida.

Mas é claro que só aplicar a lei não resolve. Agora que a Justiça fez a parte dela, chegou a hora de o eleitor também assumir a responsabilidade. O voto sem consciência é uma forma de atrapalhar a Democracia e fazer com que o país inteiro sofra nas mãos de políticos corruptos e comprometidos apenas com o desvio de verba.

Ministros do STF reunidos para discutir a aplicação da lei/ foto: Divulgação STF

A educação política das pessoas, o interesse pelo histórico dos candidatos e a avaliação antes das eleições vão mostrar que vale a pena blindarmos os políticos desonestos. O chamado “voto de protesto” é uma das formas de acabar com a política do país. Alguém vai se eleger e escolher uma pessoa despreparada não é uma simples forma de dizer que não concorda com a situação, mas, sim, uma maneira de piorá-la ainda mais.

A aplicação da Lei da Ficha Limpa é, sem dúvida, um ganho para todos nós. Saber que estão no Congresso apenas os políticos sem processos criminais circulando pela Justiça é muito bom. Perceber que o vereador do seu município não é acusado de desvio de verba, improbidade administrativa ou mau uso do dinheiro público deve dar uma sensação maior de confiança para com os representantes.

Roriz só pode se candidatar em 2023, quando terá 86 anos/ foto: Dida Sampaio - AE

No entanto, nem todo mundo pensa assim. Joaquim Roriz, figura carimbada da política do Distrito Federal, não achou justa a decisão do Supremo. Em nota enviada ao “G1 DF”, o ex-governador do DF afirmou que a Ficha Limpa é “injusta e violentadora”. O que acham?

Roriz foi quatro vezes governador. “Infelizmente, hoje, o Supremo tirou o direito de, soberanamente, escolher o melhor nome para governá-los em 2014, como já fizera em 2010, ao decidir não decidir, mutilando o processo eleitoral brasiliense”, afirmou o político na nota.

Barrado pela lei, como publica o “G1”, Roriz desistiu de disputar as eleições de 2010 para o governo do DF. Ele teve o registro de candidato negado, com base na Ficha Limpa, por que renunciou ao mandato de senador, em 2007.

Já o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, afirmou ao “G1 Política” que a decisão do STF de validar a aplicação integral da Lei da Ficha Limpa vai criar um “filtro” contra a corrupção na política brasileira, que, para ele, começará pelos partidos políticos.

“Foi uma vitória da cidadania, da democracia participativa. A lei terá impacto benéfico já nas eleições de 2012. Os partidos terão de escolher candidatos baseados nos critérios da lei. Os que passarem por esse filtro dos partidos serão os melhores.”, afirmou o presidente do TSE ao portal.

É, apresentei aqui os dois lados do jogo. Um defende a aplicação e o outro é contra. Como não preciso ser imparcial aqui no blog, até porque não seria o correto neste assunto, posso dizer que sou favorável à decisão do Supremo. Quanto antes pudermos barrar os políticos com ficha suja, melhor para nós. Esta é uma decisão que pode não ser sentida agora, mas, quem sabe, daqui a uns 10 ou 20 anos, a política brasileira vai estar em um patamar de qualidade que não esperávamos? Podemos esperar por isso.

Até a próxima e o blog volta à ativa depois do Carnaval. Aproveitem a folia!

Ah, que bom você chegou! Bem-vindo a Salvador! Coração do Brasil…

Filipe Matoso

Hoje o assunto não é Política.

É… O Carnaval começou. Diferente de Rachel Sheherazade, eu gosto de Carnaval. O clima na cidade, a alegria das pessoas e o sentimento de tranquilidade me fazem bem. Seja o Carnaval em Salvador, no Rio, em Recife, ou em outras cidades, o que importa é comemorar.

Pela primeira vez em oito anos não vou para a Bahia. Infelizmente. Mas como as festas começam hoje, não poderia deixar de falar da Terra de Todos os Santos. Abaixo aparecem alguns vídeos das principais bandas que agitam a capital baiana e que fazem a gente esperar durante o ano inteiro para ouvir “Ah, que bom você chegou! Bem-vindo a Salvador! Coração do Brasil…”

Assista a vários vídeos da bandas que agitam o Carnaval de Salvador Leia o resto deste post