Arquivo mensal: maio 2011

Em país que vai sediar Copa do Mundo, violência é inaceitável. Sim…

Seleção brasileira enfrenta a Holanda em Goiânia no próximo sábado (04)

Filipe Matoso

Há pouco tempo, Goiás e Vila Nova se enfrentaram no estádio Serra Dourada (Goiânia), pelas semi-finais do Campeonato Goiano e as cenas foram lamentáveis. Brigas entre torcedores, policiais e jogadores começaram por discussões em campo. Quando a partida terminou e os esmeraldinos se classificaram às finais, o jogador camisa nº 9 do Vila deu um chute em um dos jogadores verdes, que em seguida reagiu.

No próximo sábado (04), Brasil e Holanda se enfrentam em jogo amistoso e é muito difícil que as cenas se repitam. No entanto, desde quando sabemos que sediaremos a Copa do Mundo em 2014 ouvimos de jornalistas, cidadãos e políticos: “em país de Copa, brigas entre torcidas são inaceitáveis”. Ou então, “em país que vai sediar a Copa, a violência é inaceitável”.

Ora, desde quando a violência é aceitável em algum país que não vai sediar copa? As brigas vistas em Goiânia há dois meses não deveriam ser permitidas em lugar nenhum. Não podemos pensar que o fato de sediarmos a copa em 2014 é motivo para acabar com a violência em estádios.

Briga entre jogadores de Goiás e Vila Nova

Enquanto tivermos torcidas desorganizadas nos estádios, a violência não acabará. Este texto do Blog do Filipe será curto, pois é perigoso entrarmos em vários assuntos e assim perdermos o foco. Por exemplo, poderíamos falar das torcidas organizadas, de presidentes que incentivam a violência, problemas de infraestrutura e segurança ou torcedores irresponsáveis.

O fato é que a violência nos estádios deve ser diminuída ao máximo. Não é porque iremos sediar uma Copa do Mundo, mas, sim, porque devemos ter a garantia de que iremos aos estádios e sairemos tranquilos, sem termos problemas.

Chega desse papo de que “a Copa do Mundo virá para o Brasil e a segurança precisa ser reforçada”.  Quanto antes o Governo, polícia e torcedores agirem de forma responsável, será melhor para todos os frequentadores dos gramados brasileiros.

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O erro da Justiça em São Paulo

Justiça proíbe Marcha da Maconha e fere liberdade de expressão

Filipe Matoso

No Brasil, historicamente conhecemos passeatas e protestos que surtiram efeito. Fomos acostumados a ver greves, marchas e encontros pró isso e pró aquilo. Em São Paulo, deveria acontecer de forma tranquila a Marcha da Maconha. No entanto, conflitos se tornaram maiores que a mobilização.

A Justiça paulista proibiu a marcha e confusões foram iniciadas. Em que lugar quero chegar? Bem, sou contra a legalização da maconha e não fico em turma de maconheiros. Não é preconceito, é um direito meu. No entanto, todos os maconheiros e simpatizantes também têm o direito de lutar pela legalização da droga, não têm? Com certeza!

Protestos pacíficos podem acontecer e a polícia só deve agir quando há confusões

O respeito entre passeatas e sociedade deve ser mútuo. Se brigamos pela liberdade de expressão, devemos aceitar as manifestações pró qualquer coisa. Sou contra a legalização da maconha, mas defendo direito de qualquer pessoa se manifestar favorável . Protestos organizados de forma pacífica não podem ser impedidos, de maneira alguma.

Nesse momento, não interessa saber como ou de onde saiu a ordem para proibir a Marcha da Maconha, o mais importante é pensarmos que protestos – desde que sejam pacíficos – podem acontecer. Infelizmente, o fato de a maconha ser ilícita torna, para algumas pessoas, a passeata também ilegal.

Para o Blog do Filipe, independentemente do tema do protesto, qualquer manifestação deve ser aceita pelo governo, se não causar tumultos. Protestos nos quais as pessoas levam pedras, pedaços de pau e armas brancas são inaceitáveis. Se as pessoas desejam conquistar algo, que lutem de forma consciente e não queiram apenas gerar confusões. Leia o comentário na íntegra  Leia o resto deste post

Programa de educação sexual em Ceilândia atende dois mil jovens por ano

Após 10 mil atendimentos, projeto está parado por falta de médicos

Filipe Matoso, Mariana Zoccoli e Daniel Barros

Sexo. É só dizer essas quatro letras para que os adolescentes tenham reações diversas como risos, vergonha, constrangimento e brincadeiras. A maioria das pessoas já deve ter passado pela experiência, mas esse assunto deve ser tratado com cuidado e, principalmente, informação. O Sejuv Saúde, uma ação da Secretaria de Juventude, orienta adolescentes de todo o Distrito Federal sobre o tema. O objetivo do projeto, com sede em Ceilândia, é levar a educação sexual aos jovens do Estado.

O Sejuv está em ação há cinco anos. Nesse período, foram atendidos mais de dez mil adolescentes, dos sexos feminino e masculino, com idades entre 10 e 19 anos. O programa já fez diferença na vida de muitos jovens, mas hoje enfrenta problemas e não realiza atendimentos por falta de médicos. De acordo com a Secretaria de Juventude, um pedido foi encaminhado à Secretaria de Saúde há bastante tempo e uma resposta sobre os profissionais é aguardada.

A pasta da Saúde afirma que há um problema grave de falta de médicos na rede pública. “Realizaremos concurso público em junho e posteriormente profissionais serão encaminhados à casa, na Ceilândia”, completou a secretaria. Portanto, somente no próximo semestre haverá consultas médicas no programa.

Enquanto isso, o projeto segue também sem psicólogos. Mesmo sem atendimentos, os adolescentes podem ir ao Sejuv, buscar preservativos (tanto masculinos quanto femininos) e receber remédios – com receita médica. 

Célia Maria Pereira, 49 anos, diz ter uma enorme gratidão com o programa, mas está desesperada, pois acredita que as filhas precisam ser atendidas e ter algum acompanhamento. A moradora da Ceilândia reivindica “urgentemente” a presença de médicos e psicólogos no projeto. A dona de casa tem duas filhas e as incentivou a frequentar o Sejuv Saúde. “O projeto é tão bom que minha filha de 12 anos não teve problema e a outra, de 19, não se envolveu com drogas e não teve filhos por conversar com os médicos”.

O serviço também atende adolescentes com a vida sexual iniciada, mas não abrange meninas grávidas. Nesses casos, as mulheres são encaminhadas para consultas em postos de saúde, onde são acompanhadas por médicos obstetras. A Secretaria de Saúde também é parceira da Sejuv Saúde e apoia a ação. Leia a matéria sobre educação sexual em Ceilândia (DF) na íntegra Leia o resto deste post

O assunto batido de Antônio Palocci

No último texto do Blog do Filipe, “O exemplo de Carta Capital para o Jornalismo Político”, o enriquecimento do ministro-chefe da Casa Civil foi tratado como “batido”. Para explicar, o blog geralmente traz comentários sobre assuntos pouco discutidos ou que começam a ser falados, na imprensa ou nas rodas de conversa. É claro que o assunto Palocci é atual e não é pauta fria, como dizemos no Jornalismo, mas mais um comentário seria apenas mais um.

Antônio Palocci deve ficar ainda bastante tempo na pauta da imprensa

A não ser que o Blog do Filipe traga uma matéria como a de Cynara Menezes (Carta Capital) com novas fontes, novas pesquisas, várias informações inéditas, etc, resta apenas o comentário e, neste momento, seria apenas mais um. Vi inúmeros comentaristas falarem sobre o assunto e as opiniões se divergem, por isso resolvi não falar sobre o caso e apenas me concentrar na edição 647 de Carta, publicada esta semana.

Obrigado pela compreensão,

Filipe Matoso.

O exemplo de Carta Capital para o Jornalismo Político

Edição desta semana dá aula a concorrentes

Filipe Matoso

Em um dos primeiros textos do Blog do Filipe, referente à cobertura da imprensa no período eleitoral do ano passado, você leu que era fundamental um posicionamento claro dos veículos de comunicação. Com isso, o blog propôs a jornais e revistas com cobertura política um jogo aberto com o leitor.

Criticaram tanto Carta Capital e Estadão por assumirem quem defenderiam nas eleições de 2010, Dilma e Serra, respectivamente, por dizerem que “o principal fundamento do Jornalismo é a imparcialidade e isso acabaria”. Ouvi diversas vezes pessoas afirmarem que Carta recebia verba do governo e o jornal impresso ganhava recursos do PSDB. Engano. 

Em julho do ano passado, a revista de Mino Carta, Leandro Fortes, Cynara Menezes, Antônio Luiz M Costa e companhia, afirmou que apoiaria Dilma Rousseff (PT). Isso foi motivo para dizerem que Mino receberia milhões dos governos Lula e Dilma. Após lerem a edição dessa semana, estas pessoas certamente ficaram de queixo caído e viram o que é Jornalismo imparcial.

Em julho de 2010, Carta Capital declarou apoio à Dilma nas eleições presidenciais

A capa “Quem, eu?” referente à matéria de Cynara Menezes sobre o enriquecimento rápido do ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, foi surpreendente. Não vamos chegar a comentar sobre o caso Palocci aqui no blog, pois já está batido e há milhões de opiniões, charges, etc. Voltando à capa, muita gente não a esperava. Vale ressaltar que avaliamos apenas a imparcialidade da revista, pois não entraremos em questões político partidárias nesta conversa.

A britânica The Economist faz um trabalho semelhante ao da Carta. A publicação de língua inglesa sempre se posiciona nas eleições, mas jamais deixa de falar o que precisa dizer. Não acredito que Veja faria algo assim, caso as acusações fossem direcionadas aos chamados caciques do tucanato paulista. Espero um dia “quebrar a cara” e ler matérias sobre acusações contra políticos da direita.

Certamente não podemos nos esquecer do passado da revista da Editora Abril, principalmente no período da Ditadura, mas, hoje, Veja é praticamente uma vitrine para tucanos e democratas. Quem não se lembra do período das eleições no ano passado? Os níveis de Jornalismo e respeito para com o leitor eram praticamente nulos, por tamanhas bobagens publicadas semanalmente.

Na última edição Carta demonstra imparcialidade e derruba concorrentes cabos políticos

 Enfim, chega de rodear o assunto. A questão a qual o Blog do Filipe quer chegar é a de que Carta Capital, apesar de ser declarada apoiadora de Dilma, Lula e esquerda, mostrou como é que se faz Jornalismo imparcial. Independentemente do que Palocci fez ou deixou de fazer, Carta se mostrou capaz de apoiar o governo, mas sem passar a mão na cabeça, como uma mãe.

 Por não esperar isso de alguns veículos concorrentes, digo e repito: assino Carta Capital e hoje a vejo como a melhor revista de Política do país.

 Além disso, digo mais. Não vejo problema algum em um veículo apoiar um político ou outro. Pelo contrário. O defendo, pois acho que assim se joga mais limpo com o leitor e não tenta enganá-lo ao se dizer imparcial com matérias tendenciosas e de baixo nível.

O mais importante é entender que o Jornalismo deve ser imparcial, mas pode, quando necessário, elogiar o que estiver bem e denunciar o que estiver errado.

O livro do MEC e as mentiras divulgadas

Publicação distribuída por ministério gerou polêmica de forma equivocada

Filipe Matoso

O Ministério da Educação (MEC) distribuiu um livro chamado Por uma vida melhor, bastante criticado pela imprensa, cidadãos e professores de Português. A publicação permite o uso da frase “os livro”, por exemplo. Entretanto, a maioria das pessoas criticou de forma dura a publicação, mas não enxergou a intenção dos autores.

Seja sincero: quantas vezes você se dirigiu a um amigo e disse “fi-lo porque o quis”, ao invés de falar “eu fiz o bolo porque quis”? A língua culta praticada em Portugal não serve aqui no Brasil. Nem o português utilizado aqui é uniforme. Por exemplo, no Rio Grande do Sul se fala de uma maneira, no Amazonas de outra e em Minas Gerais a forma é diferente.

A obra não ensina as crianças a dizerem “os livro”. No entanto, mostra que se o menino de 12 anos estudante de uma escola no meio do Rio Amazonas chegar em casa e falar com o pai que aprendeu com “os livro” na escolinha, o pai o entenderá. O Blog do Filipe não entende de Teorias da Comunicação (Tecom), mas sabe que para haver comunicação basta um emissor, um receptor, uma mensagem e um meio.

O emissor (menino de 12 anos) fala (meio) ao pai (receptor) que leu “nos livro” da escola que o Brasil fica na América do Sul (mensagem). De acordo com a forma culta da língua portuguesa, a frase está incorreta. No sentido da conversa, houve, sim, uma comunicação entre emissor e receptor e a mensagem foi entendida. O principal é perceber qual a intenção do livro do MEC e não apenas criticá-lo por acabar com um padrão.

Leia o comentário na íntegra Leia o resto deste post

Esse tempo sem novos textos…

Olá,

passei essa semana sem postar novos textos aqui no Blog do Filipe. Mais uma vez, a semana foi complicada na faculdade onde estudo, o Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB). Em breve haverá novos textos.

Obrigado pela compreensão,

Filipe Matoso.

A forma correta de se falar sobre a união gay

O correto a dizer não é casamento gay, mas, sim, união homoafetiva

Por Filipe Matoso

Você leu aqui no Blog do Filipe que o Supremo Tribunal Federal (STF) votou à favor da união homoafetiva. Bem, o assunto foi tratado no post como casamento gay, união gay, etc. No entanto, pessoas me orientaram a utilizar o termo correto. Me explicaram que o Supremo não autorizou o casamento, mas se posicionou favorável à união homossexual. Portanto, em caso de separação do casal pode haver a partilha de bens, pensão, além de alguns outros benefícios. Uma das diferenças entre união e casamento é a de que não há, por exemplo, divórcio para casal gay.

Apesar de casamento gay ser uma maneira fácil de entender o processo autorizado, o termo não está correto. Portanto, deve ficar claro que o STF foi à favor da união gay, ou união homoafetiva.

Na esfera política, Câmara dos Deputados se omite

No Brasil, a maioria dos eleitores é católica e evangélica. Desses, a maioria ainda é contra a união gay e para os deputados não seria interessante votar à favor de algo que vai contra o pensamento de muitas pessoas. Com isso, o parlamentar favorável à união homoafetiva perderia votos entre os cidadãos contra, algo temido por todos os políticos durante a legislatura. Por isso, a bola foi passada para o STF, pois o poder Judiciário não depende do eleitorado brasileiro.

O “esplêndido” artigo de FHC

Augusto Nunes, colunista da Veja, definiu como “esplêndido” o artigo escrito pelo ex-presidente

Por Filipe Matoso

No Jornalismo, qualquer adjetivo pode ser retirado para que a matéria fique imparcial e séria. No caso das colunas, a adjetivação de algo é aceita, por se tratar da opinião do autor. Augusto Nunes, colunista da Veja, definiu como “esplêndido” o artigo escrito pelo ex-presidente FHC, sobre a situação da oposição no Brasil.

Como estudante de Jornalismo, minha primeira reação ao ler “esplêndido” no texto de Nunes foi a de criticar o autor. Em outubro do ano passado, Leandro Fortes (Carta Capital) revelou os contratos assinados entre PSDB e Editora Abril para que alunos da rede pública de educação de São Paulo tivessem acesso nas escolas à Veja e Recreio. Logo, “esplêndido” me lembrou os contratos e recriminei Augusto Nunes.

FHC

No fim das contas, sentei, li novamente o texto na Veja, li o artigo de FHC e cheguei a uma conclusão: de fato, algumas palavras do ex-presidente foram esplêndidas. Há algum tempo, você leu aqui no Blog do Filipe que a oposição vai “mal das pernas”. Fraca, sem expressão, destrambelhada e atrapalhada. Essas palavras não definem DEM e PSDB, mas se adéquam a algumas atitudes dos principais partidos de oposição do Brasil.

Se analisarmos a fundo o artigo de FHC, perceberemos que o ex-presidente diz que se a oposição continuar no rumo que está, se enfraquecerá cada vez mais, se esfarelará e a tendência natural será a perda da força, em breve. O senador Cristovam Buarque escreveu em um artigo publicado no Jornal do Comércio e se referiu a DEM e PSDB da mesma maneira.

Percebe que não é implicância nem provocação do Blog do Filipe para com DEM e PSDB? FHC, Cristovam Buarque e vários jornalistas concordam que hoje a oposição no Brasil é a mais fraca do período democrático do país. Na época dos tucanos no poder, a sorte foi haver a esquerda como oposição, pois assim eram propostas melhorias para o país e as conversas no Congresso não eram apenas picuinha entre governistas e opositores. Leia o post na íntegra Leia o resto deste post

Intercâmbio pode prejudicar estudos

Especialista afirma que idade influencia bastante quando jovem pretende estudar no exterior

Por Filipe Matoso

A conclusão do Ensino Médio é um momento aguardado por muitos jovens. Nessa época, a profissão começa a ser pensada e a carreira passa a ser definida. Além disso, é o período em que muitas famílias enxergam como a hora certa de um jovem fazer intercâmbio. No entanto, pais e adolescentes devem tomar cuidado para que os estudos no exterior não prejudiquem o estudante aqui no Brasil.

Susannah Gurgel, 13 anos, pretende estudar em outro país em 2014. A jovem deve ir para a Argentina e para o Canadá para aperfeiçoar os idiomas inglês e espanhol. “Tenho vontade de ir para outro país para conhecer a cultura e melhorar as línguas que aprendi. Aqui no Brasil a gente tem aulas, mas não usa os idiomas. No Canadá e na Argentina eu vou ter que utilizar o que aprendi aqui e assim vou aprender mais”. Susannah diz ainda que vai para estudar, então pretende aproveitar ao máximo o período que passar fora do Brasil.

Para a pedagoga Daniela Caldeira, se o jovem não tem uma profissão em mente, é mais fácil se mudar para outro país, conhecer demais culturas e aprender outra língua. No entanto, se o adolescente começou a faculdade ou tem uma carreira definida, o processo de ir estudar em outro país pode atrapalhá-lo, pois o ritmo de estudos sofre uma quebra. Em relação à idade, Daniela afirma que a partir dos 16 anos o jovem passa a ter responsabilidade o suficiente para se mudar para outra nação, mas alerta que o mais interessante é que se espere, ao menos, a conclusão no Ensino Médio.

Marisa Pacheco tem dois filhos e os dois estudaram em outro país quando eram mais novos. Para a mãe de Maria Eugênia e Marcelo Tomazini, o aprendizado, as experiências e o amadurecimento dos adolescentes foram os itens mais pensados na hora de tomar a decisão. “Quando resolvemos que nossos filhos passariam algum tempo no exterior, ficamos com uma certa dúvida, mas tínhamos a clareza de que seria o mais interessante a se fazer”.

Marisa disse ainda que a filha estudou o 3º ano do Ensino Médio nos EUA e ao terminar a faculdade de Jornalismo no Brasil se mudou para a Inglaterra. O filho Marcelo se mudou com 25 anos para a Austrália para aperfeiçoar a língua inglesa. “Além dos meninos irem para outro país, mais interessante será se eles conseguirem colocar em prática aqui no Brasil o conhecimento adquirido no exterior”, completou. Leia a matéria na íntegra Leia o resto deste post